Maurilio Vizin

Data de Nascimento: 29/06/1988Maurilio Vizin

Maurilio Vizin 

Nasci em uma cidade do interior chamada Sertãozinho la pelos idos de 1988, onde as informações sobre música demoravam a chegar, mas a gente sempre corria atrás de novidades indo para cidades vizinhas que eram maiores, e trocávamos cd’s e fitas para descobrimos novas bandas.
Minha iniciação na música veio através da minha própria família, onde haviam pessoas que gostavam de bandas clássicas como Deep Purple, Genesis, Yes, Led Zeppelin, Black Sabbath e Iron Butterfly, e isso acabou aguçando meu desejo por descobrir mais bandas e que consequentemente veio o interesse em aprender a tocar algum instrumento, que inicialmente seria bateria. Ganhei um violão e por falta de professores na cidade a alternativa que tinha eram revistinhas de cifras vendidas em banca. Mas o momento derradeiro para que ocorresse o interesse para o contra-baixo foram em dois momentos, o primeiro assistindo a um show do Angra na turnê do disco Fireworks a qual eu não conseguia tirar os olhos do baixista Luis Mariutti que me hipnotizou com o seu modo de tocar rápido e preciso, e o segundo foi através do David Ellefson, baixista do Megadeth, por um fita VHS de um show da turnê do Youthanasia aonde o mesmo faz um solo de baixo que me deixou de queixo caído, a partir desses dois momentos a minha vida mudaria de uma forma que não teria volta.
Fui aprendendo a tocar sozinho ao longo dos anos, com todos os desafios e percalços que todo musico autodidata tem no começo, minhas influencias foram passando por grandes baixistas além dos já citados Luis Mariutti (Angra, Shaman) e David Ellefson (Megadeth), acabou passando por grandes baixistas como Glenn Hughes (Deep Purple, Solo, Black Country Communion), Kristoffer Gildenlow (Pain of Salvation, Solo) e Mike LePond (Symphony X). As influencias musicais são mais viradas para vertentes do Prog Metal, bandas como Leprous, Haken, Pain of Salvation, Symphony X, Riverside, Opeth, Porcupine Tree, Ark, Dream Theater, entre outras fazem parte da minha playlist diária de estudos e também apenas para escutar no dia a dia.
Já dividi o palco em outras oportunidades com a SSD, e sempre me impressionei com a performance da banda e como eles controlam o publico com a música, quando surgiu o convite para substituir o baixista anterior eu aceitei, mesmo sem saber se ainda haveria uma química, mas a partir do primeiro ensaio já percebi que a química estava ali e que é o fator principal e essencial para o convívio.